População Mundial:      Terras Produtivas: hectares
   
"SOS" Planeta Terra
quarta, 22 abril 2009

“SOS” PLANETA TERRA

Hoje, 22 de abril é o “Dia da Terra”. No projeto SOS Planeta Terra, em especial as ONGs de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, cujas raízes da natureza penetram em nossa corrente sanguínea, além da tradição de espírito de preservacionistas, passa das veias e artérias ao nosso espírito.  Os povos do Cone Sul (Gaúchos, Catarinenses, Paranaenses, Paraguaios, Uruguaios, Argentinos e Chilenos) todos os dias bebem as folhas da erva mate, cevando a essência da mãe-terra.                                                               


Em comoração, múltiplas ONGs desenvolvem atividades por todos os Países. No Brasil, muitas “Organizações Não Governamentais”, parceiras do “Instituto Bering Fróes Eco Global” dão exemplo comemorando o “Dia da Terra.” E o projeto idéia do Instituto é promover uma expansão internacional da conexão ou rede de parceiros ambientais. Cada vez mais, um maior número de ONGs de outros municípios, estados e países, entendem e atendem a nossos alertas ambientais. Muitas desenvolvem ações práticas de promoção da qualidade de vida no planeta e a defesa do ambiente. Porém a nossa meta é de sensibilizar líderes de Governos. É este movimento global de defesa planetária – que o projeto SOS Planeta Terra completa 21 anos – participando e realizando centenas de eventos e milhares de artigos publicados (distribuídos em jornais, revistas, na web, além de palestras, workshops, congressos, seminários, etc., além de exposições fotográficas e artes), realizados em defesa da natureza e com foco no equilíbrio e qualidade de vida planetária.

 

A meta e principal objetivo de comemoração do “Dia da Terra” é para alertar e, claro, sensibilizar a sociedade para os problemas ecológicos e meio ambientais que existem local, regional, nacional e globalmente. A importância da promoção de iniciativas que visem o desenvolvimento sustentável, evitando a degradação do planeta. E, sem nada para festejar, este fato é uma exigência, um imperativo, uma necessidade para o bem da sociedade.


No “Dia da Terra” muitas “ONGs” amigas vão contribuir com atividades concretas  de fundamento e exemplo ambiental, eco social, promovendo a lucidez das pessoas, para as boas práticas de sustentabilidade. Isto vale, seja para conservação dos mananciais d’ água, preservação de matas ciliares e corredores ecológicos, defesa das espécies ameaçadas de extinção e seus ecossistemas sempre observando que as “leis da natureza” são destruidoras instantâneas (com ciclones, enchentes, nevascas, etc.), contrariando a “natureza das leis” humanas, que encenam defesas legais nos parlamentos, mas que não se sustentarão no tribunal da eco apocalipse.

Nossa programação é simples! Faça um momento de “reflexão”. Lembre daquele riacho e todos os espaços verdes de sua infância que já desapareceram.  Perceba que v

ivemos numa espécie de condomíno do planeta Terra, cuja concepção constitucional jurídica dos países precisa ser renovada. Falta criatividade nos “líderes” políticos para se estabelecer novos eixos, novos princípios, novas plataforma de responsabilidade sócio-ambiental entre todos os povos na preservação desta nossa casa Terra, que é  um "condomínio global" planetário.
Nossa partes comuns são as ruas das urbes, a atmosfera do ar poluido, a hidrosfera (rios e oceanos) transformada em pinicos e lixeiras aquáticas; e a biodiversidade que têm permitido extermínio concentido pela irresponsabilidade de fiscalização e omissão dos governos.  Em suma: estes espaços vitais planetários são propriedade de todos nós e à todos compete a sua correta e sustentável gestão.

 

Por isso, o “Dia da Terra” é mais um instrumento de reflexão para todos nós enquanto não atingimos a visão e a missão de “cidadãos planetários” ou condição de terráqueos.  Das decisões cotidianas, (sobre nossa educação e conscientização ambiental, de nossas rotinas pessoais e empresariais) observamos que o planeta tem um desenvolvimento nada sustentável.  É impossível sem um “manual de sobrevivência” a raça humana sobreviver na “sobrevivência manual” em meio à vírus, bactérias letais e todas adversidades climáticas.

A idéia de “adaptação” é um mistério não resolvido pela C&TI eco biotenológica. É impossível poder calcular a “pegada ecológica” da sociedade, que é um rastro de poluição, degradação, guerras economicas, destruição e assassinato de ecossistemas de nosso planeta. Como vamos calcular a área de terreno produtivo necessária,  para sustentar a ignorância do consumismo de nosso estilo de vida?  Quantas toneladas de lixos/ano, produz cada família?

 

Então, até chegar o próximo dia 22 de abril, temos mais 365 dias (e mais poluição, degradação, destruição da Amazônia, devastação do Pantanal e Cerrado, sem falar nos restos mortais da Mata Atlântica) sem ações de defesa da sociedade, cada vez mais permissiva, calada, omissa, e tão medrosa... que mete medo!                                                                                         
DR. GILNEI FRÓES – Projeto “SOS” Earth Planet  www.ibfecoglobal.org





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