População Mundial:      Terras Produtivas: hectares
   
Peoples University Center
terça, 24 janeiro 2006

Um elo universitário de defesa, melhoramento e preservação do meio ambiente de todo Planeta Terra no âmbito de todos ecossistemas. Tecnologias alternativas.
Indicado ao “Rolex Awards 1990”
Genebra, Suiça.

Só o conhecimento (EX: técnico científico) impulsiona o desenvolvimento e bem estar social dos povos. Ele gera empregos e produtividade econômica. Eis a base das razões, porque os países ricos destinam vultuosos recursos destinados em educação, ciência e tecnologia.

Todas Universidades e Centros de Pesquisas e estruturas congêneres da sociedade (ONGs, OSCIPs), além de gerar projetos com soluções, são valiosos indicadores da riqueza exponencial da funcionalidade ou da biodiversidade de um país. Mas como gerar conhecimento sem incentivos? Ou como querer resultados sem pesquisas? O fato é que não vivemos só de descobertas e invenções do passado. É preciso pensar o futuro. E "Ações Universitárias Ambientais" são indispensáveis para que o conhecimento não fique restrito à meia dúzia de intelectuais.

O conhecimento precisa fluir! Hoje, (nas áreas de Biologia, Oceanologia, Bioquímica, Biomedicina, Química, Engenharia, Física, Geociências, Medicina, Veterinária, Agronomia e Farmácia, por exemplo) há importantes experimentos esperando o burocrático apoio governamental, com aporte de recursos materiais e humanos.

Porém, a pressa em sermos pioneiros, parece que não conta. Os "royalties" que pagamos por tudo, é uma secular hemorragia que esvaem as "divisas" de nossos países dependentes de tecnologias. Nossos pesquisadores (...que sabem e fazem Ciência) tem nível de criatividade até superior aos melhores ou maiores Centros de Pesquisa do Planeta. Mas o que falta? Aos que detêm a direção passageira do "poder", lembramos que nossas gestões são rápidas; mas a vida do país é para sempre!

É preciso lembrar que, no caso da biopirataria na Amazônia, o conhecimento botânico, bioquímico e farmacêutico pode gerar desdobramentos econômicos em beneficio de mercados regionais, nacional e global.

Quem não espera por um, remédio milagroso para curar câncer ou Aids? E essa cura não pode estar nas "plantas medicinais" da floresta Pan-Amazônica? Mas onde está a soberania nacional sobre nossa rara biodiversidade? E nossos direitos de propriedade intelectual sobre nossos seres vivos e processos biológicos? Só vale a monetarização e registro de patente e lucro para os espertos estrangeiros? Que ótica e ética internacional há com nosso patrimônio natural? A pirataria das caravelas há 500 anos, transmutou-se em biopirataria tecnológica?

Antes, saqueavam ouro e prata. Hoje, princípios ativos que valem mais do que ouro? Como a "Convenção da Diversidade Biológica" atenderá todos interesses de todos países, de forma neutra? Até lá quantos Ministros serão derrubados em nome das disputas e do interesse internacional? Recomendamos a leitura da "Constituição da República Federativa do Brasil de 1988", em especial o Capítulo IV (Da Ciência e Tecnologia) ARTIGO 218 e no Capítulo VI ( DO Meio Ambiente) ARTIGO 225.

Só assim será possível entendermos, porque a eco-biotecnologia poderá transferir para industrias nacionais, os avanços científicos e tecnológicos, fruto de pesquisas -nacionais ou de consórcios e/ou parcerias legais internacionais - em ciências biológicas.

A Engenharia Genética, - por exemplo - poderá ficar esperando por decisões de leis e decretos ou convenções que não acontecem? A humanidade aprenderá a ser mais solidária ao invés de ser divergente e gananciosa? Há espaço para semearmos novos projetos? Novas idéias, de acordo com a exigências dos difíceis... novos tempos? A alquimia mental - no mínimo - é possível para preservação da astronave Planeta Terra? As Universidades do mundo, poderão trabalhar conosco em projetos comuns, para salvar nosso futuro comum... ameaçadíssimo? E porque os povos -unidos - não investem em projetos e conhecimento ambiental de forma comum? Por onde começaremos? Desflorestamentos? Água? Lixos? Mudanças climáticas? Saneamento básico? Habitação? Fome? Queimadas? Espécies em extinção? Poluição urbana? Transgênicos? Guerras? Povos indígenas? Oceanos?              Como se vê, trabalho não falta!                                                                                             
O outro nome deste projeto: "International Committee of Environment of Defense" (Comitê Internacional de Defesa do Meio Ambiente).

 






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